Paim destaca cobertura da Comunicação do Senado sobre a reforma da Previdência Notícia postada em 29.08.2019


O senador Paulo Paim (PT-RS) ressaltou nesta quinta-feira (29), em Plenário, os quase 50 debates na Comissão de Direitos Humanos (CDH) sobre a Previdência (PEC 6/2019). Na opinião do senador, foi indispensável o sistema de comunicação do Senado — Rádio, TV e Agência —, pela cobertura instantânea e precisa sobre a matéria, que permitiu à população ficar informada sobre o assunto que interessa a todos os brasileiros.

— [...] Entendo que, como se trata de um tema que envolve, no mínimo, a vida de 200 milhões de brasileiros — nem vou falar dos 210 milhões, mas falo agora de 200 milhões de brasileiros —, esta Casa tem que aprofundar o debate de forma tal, que seja o instrumento de comunicação, junto à sociedade, para que esta entenda o que significa essa reforma.

De acordo com o senador, 90% da sociedade — inclusive os senadores — não conhece profundamente as peculiaridades da matéria. Para ele, por se tratar de tema complexo, declarou ter-se debruçado diuturnamente em estudá-lo a fim de o entender para sugerir ajustes ao relator, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que, segundo Paim, está disposto a aceitar sugestões de mudanças na proposta.

No discurso, Paim destacou as orientações recebidas do relator durante a reunião e disse que nela estava acompanhado de várias entidades representativas dos trabalhadores que têm muito interesse nos debates sobre a reforma, como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Força Sindical, a União Geral dos Trabalhadores (UGT), a Central Geral dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CGTB), a Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), a Central Geral dos Trabalhadores (CGT) e a Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB).

—  Tivemos uma audiência muito boa [com Tasso Jereissati], hoje pela manhã. (...) Nessa reunião, nós expusemos a ele algumas preocupações, e ele, o senador Jereissati, pediu que, baseados nessa reunião, apresentássemos emendas, de preferência supressivas — e foi isso que nós fizemos —, que pudessem melhorar o texto. Claro que ele vai analisar esse documento e vai ver o que é possível acatar, ou não — declarou.
               
Fonte: Agência Senado

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